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16 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 17

Minha visita.

Depois da revelação que seu pai estava na sala do doutor Kondor, Demetria nada mais falou. Deitou-se na cama e dormiu. Não viu o pôr do sol e não comeu.
Dormiu, na expectativa de que as pancadas de hoje não ficassem roxas amanhã.
Jennifer, a psiquiatra da garota, dedicou todo o seu dia em tentar reintegrar o pai à vida da filha e coloca-lo a par de toda a trajetória da vida e doença de Lovato. O que não foi muito difícil, já que nunca teve uma movimentação muito grande na vida da garota, e o homem era todos ouvidos.
Não. A parte difícil não seria essa. Séria um eufemismo grave dizer que a parte difícil seria Demetria. Seria mais que difícil. Muito mais.
Será como nadar contra a maré. Enquanto Gale tenta nadar em direção à filha, a doença acabaria com ele, assim como acabou a garota. Mas ele não iria desistir assim tão fácil. Ele é um homem de negócios, e é muito bom no que faz. Ele é persistente e insinuador. Ele é rico e muito influenciável; invejável! Ele é Gale Fletcher. Um homem tentadoramente misterioso e terrivelmente bonito. Teimoso e irritante. Um verdadeiro mestre em convencer.
O problema é que ele é solitário e extremamente normal.
E quem quer se aproximar de uma pessoa normal? Que não tem nada a oferecer a não ser status e dinheiro? Muita gente! E posso dizer com veemência: muitos solitários. Muitas pessoas que de tão normais, se tornaram... Nada!
E nós não nos prendemos a nada. Queremos uma qualidade, uma bagunça e muitos defeitos! Só queremos algo a que nos prender. Queremos ser enlaçados e precisamos disso! Demetria precisa disso!
Mas disso Gale não sabe.
Ele não sabe que Demetria não é negociável.

Depois de abrir a boca, jogar os comprimidos lá dentro e beber água, ela perguntou:
¾ O que quer saber?
Selena mordeu o lábio inferior e trocou o peso do corpo para outra perna.
¾ Sobre seu pai.
Lovato deixou tombar-se no sofá.
¾ Não tem muito o que falar. ¾ deu de ombros.
¾ É sério, Demetria. ¾ a enfermeira sentou-se no sofá e colocou as pernas da menina em seu colo. ¾ Faça uma forcinha, deve ter algo o que falar. ¾ incentivou.
A menina pensou.
¾ Mas é serio; não tem muito que falar. Ele é tão... Normal. ¾ a menina olhou para a face da enfermeira, fazendo uma careta de nojo ao pronunciar a ultima palavra.
A enfermeira a imitou.
¾ Mas deve ser só por que você não o conhece direito.
Oh, sim.
¾ Como eu poderia, se ele não quis me conhecer? ¾ a menina sentou-se, de repente, na defensiva.
¾ E você, queria? ¾ a enfermeira levantou uma sobrancelha. ¾ Você queria que antes ele tivesse vindo e lhe conhecesse?
Mas a menina não respondeu. Franziu a testa e abriu a boca, frustrada. O relógio apitou.
¾ Hora de ir para o jardim. ¾ e foi isso que saiu de sua boca aberta.
Depois de colocar uma regata preta e um short cinza, a garota foi para o jardim e sentou-se em um banco de praça que lá tem.
‘’Joseph, cadê você?’’ pensou ela, balançando as pernas e procurando-o com o olhar.
Mas ela não achou Joseph, ela não achou ninguém. E ela assustou-se.
Deus! Ela estava se sentindo solitária.
Mas não foi por isso que ela se assustou; e sim, por que pela primeira vez em muitos anos ela se sentiu só.
Só! Completamente .
¾ Não precisa chorar. ¾ ela não precisou virar o rosto para ver quem estava lá. Joseph. Ela chorava?
¾ Precisa, sim. ¾ soluçou.
E depois de minutos, o menino acariciou-a com sua voz:
¾ Quer conversar?
Não! Ela queria lhe beijar!
¾ Não. Eu quero chorar. ¾ e ela continuou, com a cabeça entre as pernas e jorrando toda sua dor.
Ele sorriu, olhando para ela chorando. E quando ela levantou o rosto ainda lacrimejante, seu sorriso se alargou. Ela estava linda com o rosto vermelho.
¾ Pare de sorrir. ¾ zangou-se. ¾ Eu estou chorando, você não vê?
Ele riu.
¾ Vejo. ¾ confirmou. ¾ Mas também vejo uma menina linda. ¾ com as pontas dos dedos, ele acariciou os cabelos dela superficialmente.
Ela sorriu e passou as ataduras por seu rosto, limpando o rastro de suas lágrimas.
¾ Vá embora, Joseph. Eu quero continuar a chorar. ¾ ela soluçou, voltando a lembrar de seu pai. Mas ela não queria que ele fosse embora.
¾ Tudo bem. ¾ ele sorriu.
E foi embora.
Idiota.
Mas ela não voltou a chorar.
Selena apareceu, procurando a menina e finalmente achando-a.
¾ Você tem visitas. ¾ anunciou, sentando-se no lado da menina.
Mas diferente do esperado, Lovato não correu, não gritou e não chorou. Ela se levantou e andou ate o quarto; deixando Selena lá, sentada, já sabendo quem a menina iria encontrar.
E ela admirou a coragem da garota de mesmo sabendo quem ela iria enfrentar, mesmo sabendo que ela não iria ganhar, ela foi. Diferente de Gomez, que se soubesse que a irmã tivesse vindo visita-la, ela não compareceria.
E assim que a garota abriu a porta do quarto, lá estava o homem impotente, ainda de terno, e segurando as amarras da cama com curiosidade.
Ela congelou.
Continua...
     Se vocês não adivinharam, ou ficaram na dúvida. Sim. Eu vou fazer uma maratona :) Isso é para me redimir. Espero que gostem e aproveitem.
     Vou postar a medida que eu vou escrevendo. Se eu conseguir escrever muito, eu posto mais capítulos. Mas só vou postar o próximo capítulo, quando o atual conseguir adquirir ao menos 3 comentários. Logo, depende de vocês a frequência que eu vou postando os capítulos. Se eu ver que tem muitas pessoas online e gostando, ligadinhas e ansiosas para o que eu posto, isso vai amolecer meu coração e eu vou ficar muito boazinha e fazer oque eu posso para alongar a maratona :) 
       Portanto, beijos gatas e gatos seduzentes ;*
     3 comentários no mínimo, hein?! :D HAHA' Sei que eu não tô merecendo, mas tô me esforçando POR VOCÊS!


(sintam como se esse gatinho sou eu, e o ursinho de pelúcia é você <3)

15 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 16

Minha nova dor.

Um mês antes...
O homem de terno está sentado atrás de sua mesa, revendo as papeladas do trabalho em sua imponente empresa quando a secretária aparece na porta.
¾ Senhor Fletcher. ¾ começou. ¾ Uma carta endereçada ao senhor. ¾ avisou, e com um aceno de cabeça, a carta totalmente branca com apenas o nome do destinatário, foi deixada na mesa de vidro.
“Querido Gale Fletcher,
Ainda não posso lhe falar quem sou, mas posso lhe dizer uma coisa que descobrir. Mas não se preocupe, não serei eu que lhe cobrarei pela informação que eu irei compartilhar com você, que à anos minha filha compartilhou comigo. Agora sabe quem sou, não é mesmo? Eu sou a mulher que era para ser sua sogra, caso minha filha Suze não decidisse fugir de você quando engravidou. Ela lhe contou isso? Contou, não é mesmo? É; eu sei. E sei também que isso aconteceu à exatamente 16 anos, a idade de que sua filha tem hoje. E, que quando ela foi lhe dar a notícia da gravidez, você a enxotou como um vira lata, acusando-a de oportunista. Já lhe contaram que nem tudo roda em torno de você e do seu dinheiro? Pois bem, agora eu estou dizendo. E estou dizendo também, que existe sim, uma pessoa que verdadeiramente era para ter as coisas rodando ao redor dela do que seu dinheiro estúpido e você! O nome dela é Demetria Lovato, 16 anos, e que desde aos 6 anos está em uma clínica de reabilitação. Choquei você? Desculpe, mas essa parte ainda não é a pior. Suze morreu. E agora, sou eu que estou morrendo. Estou com câncer, Sr. Fletcher. E não posso mais ter o luxo de contar com a sorte de viver um dia após o outro. Por isso essa carta. Demetria não tem mais ninguém; e quando eu morrer, ela terá que sair da clínica, já que não irá ter quem pagar a mesma. Por isso eu espero que dessa vez, você acredite, como não acreditou em minha filha. Se quiser confirmar se é verdade, que realmente você tem uma filha, e que ela está em uma clínica de reabilitação, veja o anexo dessa carta e ligue para o lugar onde ela está. Fale com o Dr. Kondor; ele é quem cuidou de Demetria até hoje. Mas eu peço, por favor, acredite. Tem todos os documentos necessários anexos nessa carta para reforçar que você acredite, e, caso queira, você assuma a responsabilidade de minha neta, por que eu não posso mais. E, caso você veja ou fale com ela, diga-a que eu a amo muito, e me arrependo de nunca ter visitado-a por ter medo de me machucar pela morte de Suze, pois Demetria lembrava-me a mãe. E acabei a machucando, como nunca quis fazer.
Com amor,
A avó da sua filha.

¾ Calma, está tudo bem. ¾ Selena repetia, pela milésima vez para a menina de cabelos pretos com os antebraços amarrados a cama, e os calcanhares também. ¾ Eu não vou lhe machucar. ¾ murmurou, ao notar o olhar amedrontado da menina.
Demetria voltou o olhar para o teto e lá se fixou, entrando em seu mundinho e se trancando lá. E quando ela ia fechar o cadeado de seu mundo particular, sentiu a enfermeira desatar as amarras de seus braços. A menina colocou a cabeça para fora da porta para espiar Selena terminar de livrar suas pernas.
¾ Está tudo bem, ok? ¾ seu sorriso materno puxou a menina para a realidade. ¾ Eu não tenho medo de você, e você também não deve ter medo de mim.
Mas esse não era o problema. Lovato não estava com medo de Selena. E sim dela mesma!
¾ Se comporte, tudo bem, Demetria? Eu não quero ter que me arrepender de ter lhe soltado. ¾ E ela deu as costas, saindo pela porta.
Enquanto continuava deitada, porem solta. A garota tentou descartar todos os pensamentos relacionados ao dia de hoje que resolveram infernizar sua mente.
Esse é o problema de se ligar a realidade. Ter que lidar com todos os pensamentos e emoções a todo e a qualquer momento.
E verdadeiramente, Demetria não entende o porque das pessoas ligarem tanto e dar tanta importância a pessoa estar ou não ligada ao mundo real.
É um saco! Essa é a real!
¾ Seus remédios. A doutora Jennifer, sua psiquiatra, mandou eu lhe dar. Ela não poderá lhe ver, pois ocorreu um imprevisto.
A garota deu de ombros. Só não se passava pela sua cabeça que esse imprevisto se chama Gale Fletcher. Seu pai. Que resolveu ocupar todo o tempo da medica em um interrogatório de como ficou sua filha durante todo esse tempo.
Enquanto Lovato engolia todos os comprimidos, a enfermeira continuou:
¾ Você ainda poderá ver o pôr do sol, que todos sabemos que todo santo dia você observa. Mas você só poderá sair depois de comer algo, ok?
E foi ai que Demetria estranhou.
Selena estava indiferente?
Sabe aquela sensação que você está sobrando? Que você é só mais um peso extra e um assunto inacabado? Pois é... É exatamente isso que a garota de cabelos negros está sentindo.
¾ Você está sendo indiferente comigo? ¾ perguntou, inclinando a cabeça e com os olhos semi cerrados.
Gomez se defendeu.
De que, meu Deus?
¾ Lógico que não. ¾ virou o rosto e caminhou até o sofá. E ouvindo as solas de pés descalços batendo no chão atrás de si, ela soube que a menina a seguiu.
¾ Eu estou magoada, tudo bem? ¾ virou-se, encarando a confusão de Lovato. ¾ Ora! ¾ bateu na coxa. ¾ Você chega desacordada, sobre um ombro de um brutamonte. ¾ ela falava alto e rápido, indo e vindo, de um lado para o outro, olhando para o chão. ¾ Por que é; eu não posso chamar aquilo de paramédico. ¾ apontou para a garota. ¾ Isso tudo, depois de você ter gritado. Por que todo mundo deve ter ouvido seus gritos. E, depois deles praticamente lhe jogarem a cama e amarrar você. ¾ e ela ofegou, acabando. ¾ Demetria, pelo amor de Deus. O que deu em você? Por que eu exijo explicações depois de você ter me feito preocupar-me tanto com você!
E ela parou. Percebendo que falou demais; mas a tempo de evitar dizer que ela chorara quando a menina continuava desacordada na cama. Morrendo de preocupação com a menina; e blasfemando com a esquizofrenia que estava escorada na porta, com os braços cruzados diante do peito, e com um sorriso de satisfação trajado nos lábios.
Ela não devia exigir nada. Não devia preocupar-se com a menina. Não devia ter chorado.
Não devia ter se apegado...
¾ O que deu em mim?
¾ É. Por que gritou daquele jeito? ¾ a enfermeira perguntou, sentando-se no sofá. ¾ Você estava com o doutor Kondor, não estava?
¾ Sim, eu estava. Mas não estava só com ele. ¾ sentou-se também.
A boca da enfermeira formou um ‘’O’’.
¾ Estava com mais quem?
¾ Eu estava com meu pai.
E foi ai que a maior se ligou de tudo. Mas o mais irônico, é que dizem que somente quem vive na vida real se liga em tudo... Muito pelo contrário. Quem vive na vida real é mais alienado do que quem é julgado como louco ou estranho. Também; por que acham que a pessoa enlouqueceu?
Tão sábio é o louco, que ele deixou as pessoas acharem que ele enlouqueceu. 
Continua...
     Hum, hum, hum. Sei que estou em debito. Notícias amanhã, para me redimir. Algo relacionado a uma palavra que começa com ''MA'' e termina com ''NA'', e que vocês pedem sempre ;) Adivinharam? 
      Sei... Foi uma puta sacanagem minha por ficar uma semana sem postar. Mas tem motivo, e tem recompensa. :D



     Beijos gatas e gatos seduzentes ;*
     Ah, eu sei que não mereço, mas POR FAVOR, preciso saber o que acharam do Gale <3

9 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 15

Meu aroma.

¾ Kondor. ¾ dessa vez foi ela que se anunciou.
Mas ele não estava sozinho.
¾ Pai. ¾ e nenhuma expressão a acompanhou.
O homem de cabelos negros e olhos acinzentados levantou-se, e ela ¾ ainda da porta ¾ pôde ver que se tratava de um homem de um metro e setenta e cinco, no mínimo. Mas ele não sorriu, apenas se levantou, esperando o dr. Kondor apresenta-los. Apresentar pai e filha. Isso era piada? Os cabelos pretos do homem estavam devidamente cortados, e a julgar pela diferença com Kondor, ele parecia ter no máximo uns 35 anos. Ele estava usando uma calça social preta e um terno da mesma cor. E a notar pelo terno justo, podia-se ver que definitivamente Gale tinha uma boa forma. Uma gravata cinza pendia em seu pescoço e estava formalmente ajustada, combinando com seus olhos. Suas sobrancelhas negras combinavam com o sapato social, também preto. Tudo formal demais. Tudo estranho demais. Muito Demetria. Ela era a cópia dele! Herdando apenas os olhos da mãe. O nariz empinado se aguçou, e a garota pôde sentir o perfume caro exalando dos poros do homem. O cheiro de lavanda se foi, e com certeza Lovato não entraria naquela sala tão cedo!
¾ Demetria, esse é Gale Fletcher. ¾ Kondor estava a todos sorrisos.
Os olhos pretos da garota se prenderam nas ataduras brancas em suas mãos, e permaneceram lá.
¾ Olhe para mim. ¾ veludo? Não. Essa é apenas a voz de Gale.
E mais uma vez no dia, Demetria teve seus cortes observados. Mas dessa vez ela não se sentiu mal ou envergonhada. Ela sentia como se suas cicatrizes estivessem sendo acariciadas, e ela quis gritar. Ela queria falar, jogar na cara do homem a sua frente do por que fez isso; ela queria explicar para ele o porque de cada corte! Cada cicatriz!
E ela iria.
Ela olhou para ele, sem medo, e sim, com raiva.
Por que ele não veio a visitar antes? Por que não deu um sinal de vida?
Por que ele ainda não veio a abraçar?
¾ Eu deixarei vocês a sós. ¾ o doutor anunciou. Mas parou ao lado de Demetria. ¾ E depois eu irei conversar com você mocinha. ¾ e sussurrou no ouvido dela, mas Gale aguçou a audição para ouvir. E ele ouviu. ¾ Sobre o por que de você ter vomitado. ¾ e saiu.
Mas Lovato não se moveu ou tirou os olhos do pai. Só pensou: ‘’Ela contou. ’’
Gale se aproximou, parando na frente da menina e a olhando nos olhos, mas não os encontrou, pois ela olhava para seu peitoral, pois era isso que havia na frente de seus olhos.
¾ Olhe para mim. ¾ murmurou, segurando o queixo dela entre o polegar e o indicador, levantando-o para seu rosto.
¾ Por quê? ¾ soprou. ¾ Por que devo olhar para o senhor, sendo que antes você nem mesmo estava aqui para eu o olhar? 
E ele puxou-a para seus braços, enfiando sua cabeça nos cabelos da menina enquanto seus braços a envolviam. E com um soluço de libertação, ele chorou. Derramou sua culpa e arrependimento. E como um susto, ela envolveu seus braços pelos ombros fortes dele, mas não chorou. Acalentou-o enquanto o sentia afagar seus cabelos negros e apertar na mão. Ela estava ali. E isso para ele era como abraçar uma nuvem. Mas ela não conseguiu chorar. Simplesmente não conseguiu.
Quando ele se acalmou um pouco mais, afastou-se da garota e olhou para a face impassível da mesma. Nenhuma sombra de tristeza ou angustia; até por que a sombra não ficava em seu rosto e sim em sua alma. Ele estranhou enquanto segurava-a pelos ombros. Ela não sorria, ela não... Nada!
Ela adotou uma expressão de confusão e regrediu um passo, fazendo os braços dele caírem ao lado do corpo morto. Cadê? Ele queria a Demetria, uma garota calorosa e amorosa mesmo não a tendo conhecido. E esse é o problema. Ele não a conhece. E não a merece.
A menina se fechou em seu mundinho, e não vê razão em sair nem por um milissegundo que seja por Gale. Sinceramente, ela está com medo dele! Ele parece tão... Normal. Sem algo que realmente interessa. Mas esse é o problema. Nenhum dos dois se conhece. E a menina de cabelos pretos precisa ser puxada para fora; ela não vai ficar perto de quem não quer, e de quem ela tem medo.
Seu coração começou a palpitar, Gale tentou se aproximar da menina, mas era inútil. Cada passo que ele dava, a garota retrocedia em direção a parede. Até que ela acabou batendo nela. E gritou; quando seus batimentos cardíacos passaram a bater em tambores e seu corpo começou a vibrar em medo. Ela achava que Gale ia fazê-la mal! Espalmou as palmas das mãos nas orelhas e deslizou pela parede, agachando-se no chão, fechando os olhos, e gritando á todos os pulmões, na tentativa de ser resgatada pelos paramédicos.
Gale se sobressaltou e seus olhos marejaram novamente por ver a menina recuar e gritar com medo dele. Ele queria se aproximar dela, e não fazê-la se afastar dele! Mas tudo foi por água a baixo e seu coração se comprimiu a uma folha de grama, que ele deixou voar assim que viu Luci, desacordada, sendo levada pelos paramédicos.
Kondor, penalizado, apareceu pela porta e o homem de terno alinhado encheu-se de fúria.
¾ Era para você cuidar da minha filha! ¾ gritou. ¾ Era para você cuidar de Demetria!
E depois de minutos apenas ouvindo o homem imponente a sua frente blasfemar, Kondor murmurou:
¾ Mas eu cuidei, senhor. ¾ sua voz saiu branca como um papel, que de tão fino, passou pelo coração de Fletcher e o cortou. ¾ Esse é o problema. Eu cuidei. ¾ enfatizou a palavra ‘’eu’’, massacrando o frágil coração do homem que até o mês passado, nem sabia que tinha filha. E muito menos que ela é esquizofrênica.
Continua...

      Hum... Iai?! O que acharam? POR FAVOR! Me digam!
     Eu ia postar ontem, sério. Porém, eu pensei: ''Não, vou postar amanhã lá pelas 1 da tarde, dai eu posso postar mais um a noite para as minhas garotas.''
     Então, pensei bem? 5 comentários e eu posto *-* 
     Quero saber o que acharam do Gale! hehe' 
     Desculpa pela demora, gente. É que esses dias estava bastante apertado para mim :/ 
     Portanto, irei compensar, ok? Postarei mais um hoje :) 
     Espero que me perdoem, e que estejam gostando tanto quanto eu... Se bem que eu estou amando kkkkkk 
     A minha mãe que sabe, que vê eu gritando aqui kkkkkkk Ai minha mãe me olha tipo:

''Menina retardada, se empolga com o que próprio escreveu'' 

     Pois é, mãe. Pois é... Me julgue u.u
     Mas é isso, vou correr para escrever e vocês para comentar :D Né? Me façam feliz, please!
     Beijos gatas e gatos seduzentes ;*

4 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 14

Meu grito.

¾ Doutor Kondor quer lhe ver depois do almoço. ¾ a enfermeira lembrou, trocando as ataduras de Demetria.
A menina estava sentada no sofá, observando a face terna da mulher enquanto a mesma trabalhava em suas mãos.
Lovato suspirou. Kondor iria entrar o mesmo assunto. E ela sabia qual era esse assunto.
¾ Eu não quero ir.
Selena elevou os olhos para o cabelo da menina, chocada.
¾ M-Mas... ¾ ela não foi interrompida. Sua língua parecia enrolada pela confusão. ¾ Você deve ir. ¾ fim. Nada mais foi dito.
A garota de madeixas pretas pensou em gritar, reclamar, esganiçar; mas preferiu fazer silêncio e deixar a mulher de cobre continuar seu trabalho em silêncio.
Deixou sua alma gritar dentro do corpo: ‘’Eu quero ver meu pai!”.
Deixou seu cérebro falar mais alto, em um tom grave: ‘’Eu não quero ver Gale Fletcher. ’’
Mas o silêncio do quarto não foi quebrado.
¾ Pode ir se trocar. Falta pouco tempo para você poder ir ao jardim.
A garota vestiu uma camiseta branca, lisa. E um short de jeans cinza. Ela estava pronta.
¾ Selena. ¾ chamou, sentada na cama. A mulher foi até a menina e pousou sua mão na coxa da menina. ¾ Você nunca me contou por que ainda está cuidando de mim.
Suas madeixas acobreadas pararam de se movimentar.
A mulher parou de respirar.
¾ Bem... ¾ ela não queria contar. E seu relógio a interrompeu.
¾ Hora de sair, mocinha. ¾ sorriu amarelo.
E Semetria saiu, sem pedir explicações. Sabia que Gomez não iria fugir, e o assunto também não.
Deitou-se na grama e observou as mesmas dançarem com o vento. Virou de lado e arrancou uma folha comprida, depois a libertou; deixou-a voar. Isso a fez pensar em Joseph. ‘’Não, não, não; não mesmo!”. Não queria pensar no garoto, principalmente quando estava pensando em grama.
A garota fechou os olhos tentando afastar ele de sua mente, mas não conseguia.
¾ Demetria?
Oh Deus!
Ela abriu os olhos e olhou para o menino, com um tanto de dificuldade, pois estava muito claro.
¾ Sim, sou eu. ¾ e virou de lado, voltando a encarar as gramas.
Mas ser ignorado não fez o menino ir embora. Ou ao menos Lovato achava que o estava ignorando.
Ele deitou ou seu lado, um pouco distante, e virou de lado, olhando para o rosto da menina.
¾ No que está pensando?
Não; ela não iria falar que estava pensando nele. Não mesmo!
¾ Em você.
Por quê? Por que ela foi falar isso? Ele sorriu. Ah. Ela mereceu!
O estômago da menina virou para encarar os olhos do menino. Para que? Ela era masoquista? Tinha grama ali!
¾ Eu também. ¾ se ajeitou mais na grama, abaixando com a mão enfaixada as gramas que estava atrapalhando a visão.
Demetria olhou para os olhos do garoto. Estavam verdes claríssimos pela claridade. O calor do sol penetrou em seu coração bêbado pela beleza do menino, e o incendiou.
¾ Por que está aqui? ¾ ela soprou.
¾ Por causa de você.
Ela sorriu.
¾ Por que está aqui? ¾ ele perguntou.
¾ Por causa de você.
Ele sorriu.
Ambos não responderam a pergunta um do outro.
Por que eles estavam ali?
Quer dizer, por que eles estavam na reabilitação?
¾ Por quê? ¾ ela perguntou, arqueando uma sobrancelha, brincalhona.
¾ Por que eu estou enlouquecendo. ¾ ele repetiu o mesmo ato dela.
Ela sorriu novamente e deixou o corpo descansar na grama. Fechou os olhos, ainda sorrindo, e as pálpebras adotaram uma coloração vermelha por causa da claridade do sol; franziu o cenho em desconforto e abriu os olhos, sentando-se para se nortear. Joseph estava em sua frente, em pé, examinando-a; seus olhos acariciando os cortes de Demetria.
Oh.
A menina encolheu-se, e cobriu as pernas com os braços, mas os mesmos também estavam desnudos, e também tinham cortes. E pela primeira vez na vida, ela se arrependeu por ter feito eles, e se deu conta de que eles estavam ali; causando-a mais dor do que o motivo por eles existirem. Seu coração se expandiu como um cobertor, tentando cobrir sua pele; mas ele também tinha cortes. Deus! Como ela queria correr e gritar; mas ela não o fez. Não queria que ninguém visse ou descobrisse que Joseph também frequentava o jardim, e que conversava com ela. Poderiam tira-lo de si assim como fizeram pouco a pouco com sua vida.
E, ao perceber o desespero de Lovato, o garoto perguntou:
¾ Por que não está gritando? Eu gritaria se fosse você.
¾ Podem tirar você de mim, assim como fizeram com minha vida. ¾ revelou.
Ele se ajoelhou frente a ela.
¾ Eu não vou para lugar nenhum. ¾ prometeu ele, com os olhos elevando o queixo dela e cravando seus olhos nos dela. ¾ E quem tirou sua vida de você, não foi eles. ¾ olhou ao redor, depois voltou para os olhos da menina. ¾ Foi você.
A garota soltou a respiração pesada aos jorros.
¾ Grite. ¾ ele pediu.
O que?
¾ Grite.
Ele estava enlouquecendo?
Oh sim, ele estava!
¾ Grite, Demetria! ¾ ele falou alto, olhando para o céu, sorrindo enquanto a menina amedrontada ainda abraçava as pernas. ¾ Grite!
¾ Você enlouqueceu. ¾ riu ela, e logo depois gritou.
¾ É o que dizem. ¾ e com uma piscadela, ele correu.
E ela gritou.
Continua...
     Agora sou eu que estou gritando! Fui eu que escrevi isso, produção? 
     Gente, não sei vocês, mas eu estou tendo uma síncope e estou convulsionando em posição fetal! Eu A-M-O muito tudo isso! 
     E amo vocês *-* 
     Nada mais a declarar! u.u Adios, vou escrever u.u hehehe
     Tenho uns spoilers para vocês, que eu soltei no meu facebook, não está na ordem, e já é de capítulos avançados... Mas quem não viu, e quer ver, está ai, uma amostra do que está por vir:

— Por que fez isso? — a voz dele saiu. E trouxe os olhos dela para sua face confusa.
(...)
Mas ela não ia falar isso. Ela não ia admitir por que era fraca.
— Por que eu sou esquizofrênica. — seus olhos eram espelhos da sua alma. E ele sabia que ela estava tentando o enganar, e pior, enganar a si mesma.
  
#

— Luci. — a voz da mãe falou. — Minha Luci. — sorriu.

#

Kloe fechou os olhos e se deixou descansar no ombro da menina, aliviada em saber que sim, tinha alguém que sofreria por ela.

#

— Diga-a que eu a amo. 
E desligou, soluçando enquanto lágrimas quentes molhavam seu rosto... E enferrujava o troféu de seus pais.

#

— Oh, Matt... — murmurou, chamando-o pelo apelido. Ela ainda carregava uma ferida enorme.
— Eu sei que ainda dói, mas, por favor... Deixe-nos lhe ver. — e sussurrou: — Você é a única família dela que ainda restou.
Ele sofria pela esposa. Mas quem sofreria por Kloe?

     Comentem! 
     Beijos gatas e gatos seduzentes ;

P.S: Dri praticamente me obrigou a dizer que eu amo ela u.u Então... kkkk 
Caah e Lycia vão ficar me atormentando se eu não lembrar delas também kkk portanto... Lembrei! :D

P.S²: Fonte diferente? É o que tem pra hoje ¬¬'

2 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 13

Meu mundinho.

Os cabelos negros ricocheteavam o ar. Quando saiu da sala com cheiro de lavanda, enfurecida, Demetria apressou o passo em direção ao jardim. Ainda não era tarde, e se ela tivesse sorte chegaria um pouco antes do sol se pôr.
Muitos não sabem, quer dizer, ninguém sabe! Mas o fato de Lovato gostar desse fenômeno natural que ocorre todos os dias antes do entardecer, não é apenas prestigio a bela paisagem. Mas também prestigio a algo que acontece por dentro; dentro dela.
Ela sentou-se escorada em uma árvore e olhou para o horizonte, esperando algo acontecer que possa acompanhar o que acontece dentro dela.
Nos primeiros dias em que passou na reabilitação, sentava-se para observar o sol se pondo e falando: ‘’Tchau’’, quando ele ia embora. O ato se repetiu todo santo dia, mas agora sem a despedida. Decidira que a partir do dia em que sua mãe nunca mais viera lhe visitar, que nunca mais iria se despedir de ninguém. E verdadeiramente, ela nunca mais se despediu, por que afinal de contas, ela nunca mais permitiu se apegar a ninguém.
¾ Você está me seguindo? ¾ o garoto perguntou, chegando perto da menina que estava escorada na árvore, fazendo-a desviar o olhar do horizonte para fita-lo.
¾ Você enlouqueceu? ¾ franziu o cenho.
A face do menino enrijeceu-se.
¾ Por quê? Qual o problema de se enlouquecer? ¾ extravasou. ¾ Você devia parar. ¾ bufou, balançando a cabeça e sentando-se na grama, na frente da menina, porém em mais ou menos um metro de distância.
Ela suspirou, encostando a cabeça no tronco da árvore e desviando o olhar do menino.
Enquanto ela olhava o tom alaranjado que começava a tingir o céu, ele continuava observando seu rosto.
¾ Parar com o que? ¾ soprou, sentindo os últimos raios de sol atingirem em cheio seu coração, fazendo-o entrar em chamas.
Oh.
¾ Parar. ¾ deu de ombros.
Ela olhou para ele e seus olhares se encontraram. Ah.
Nas pupilas esverdeadas de seus olhos estava escrito: Pare.
E ela desviou o olhar, mas ele continuou admirando-a.
Demetria estava tão linda! Seus cabelos pretos levemente ondulados emolduravam-na o rosto e pareciam enrolar os raios de sol, brilhando, refletindo o pôr do sol. Seus olhos pretos estavam castanhos claros, vidrados no fiapo de sol que ainda restava; os espelhos de sua alma, os refletores de sua tristeza. Sua pele branca era terna, a mesma acariciava os olhos de Joseph, que agora se encontrava varrendo-a com os olhos. Seus lábios secos eram chamativos, porém estavam descansando; cansados de sibilar pedidos de socorro e gritar para alguém abrir a porta que a trancava em um quartinho escuro que ela fora jogada pela doença. Ela estava dura, parecia morta! Mas dentro dela estava bem vivo. Gritando. Chorando. Chamando por seu pai.
Joseph se levantou, ainda olhando para menina.
¾ Desculpe.
Ela olhou para o menino, lendo a alma dele. Oh.
¾ Não. ¾ entreabriu os lábios pesados. ¾ Fica.
¾ Por quê?
¾ Por que eu estou enlouquecendo. ¾ seus olhos ficaram lubrificados.
O sol se foi e suas lágrimas chegaram.
Em silêncio, ele sentou-se ao lado da menina; sem toca-la, mas ansiando isso.
¾ Estão dizendo que eu sou louca. ¾ sussurrou no ouvido do menino, como se fosse o maior segredo do mundo. Como fizera com sua mãe.
O menino sorriu.
¾ Estão dizendo que eu sou louco. ¾ repetiu o gesto.
Demetria sorriu.
A mesma olhou o horizonte e sibilou:
¾ Tchau.
Continua...
     Oh merda! Antes, mas hoje ainda, tentei entrar no blogger e postar, mas deu merda. Postei só agora. 
     Entenderam o ''tchau'' no final do capítulo, né?! 
     Enfim, eu tive que baixar OUTRO navegador, e só assim eu consegui acessar as postagens no blogger. Por que, eu uso o Google Chrome, e lá, o blogger simplesmente se RECUSA a entrar. E já que no meu notebook não tem Moxila Firefox, eu, como sou muito lesada, baixei um tal de Baidu QUE EU NEM SABIA QUE ERA NAVEGADOR '-' HAHA' Podem rir dá minha babaquise ¬¬' Mas deu certo para entrar no blogger e não é igual o Explorer que quando abre, enche de vírus e eu tenho que ficar fechando eles até minha vida acabar. Eu não estou sendo paga para falar isso, hein galera?! (infelizmente)
     E bom, como eu estava DESESPERADA para postar hoje, eu fiz essa cagada e acabou dando certo! Portanto, eu deixarei esse navegador no meu not, e a partir de agora vou usar ele apenas para cuidar do site.
     Ah, deixando de blablablá, resenha a vista, e, falando dos comentários do capítulo passado, mas especificamente do meu ''desabafo'', seguinte: ... ISKUTAKI QUIRIDÃÃÃÃS! CHEGA AQUI! e venham dá abraço \õ/ Amo vocês! 
     Obrigada pelas dicas, opiniões, conselhos e apoio. Obrigada mesmo! Bom, eu não vou mudar, ok? Como eu falei, eu escrevo com meus personagens originais, portanto, eu me sinto confortável  por que escrevo do meu jeito. Aquilo foi um desabafo, ok? E a adaptação dos personagens que faço ao passar para cá, é só mais um mimo para vocês dos diversos que tem aqui no blog, por eu tentar deixar ele organizado e bonito. Acho que faço um bom trabalho. Vou adicionar mais coisas, óbvio, vocês sabem que eu gosto de mudar e surpreender ;) Mas vou fazer aos poucos, devagarinho, trazendo mais entretenimento a vocês :)
     Hum. Uma leitora minha, de longa data, apareceu por aqui, e antes dela excluir o comentário que por aqui deixou, eu li. E eu tenho um aplicativo no celular que me manda e-mail a todo comentário recebido, faço questão disso, por isso, vejo todos os comentários assim que postam. Bem, nós tivemos, um desentendimento, por assim dizer, meses atrás. Mas eu não guardei nenhum rancor ou magoa de você, e por assim dizer, nós. E pelo que pude perceber, nem você de mim. Eu até achava que você tinha parado de ler meu antigo blog e atual site! Mas sabe, o que passamos só me fez ver o quão vulnerável nos somos. E sabe, você e os que acompanharam isso entre a gente, sabem que quando se trata no meu blog/site, eu viro uma tigresa feroz defendendo sua cria. E é verdade! Não me culpe se fui agressiva com você, mas não foi com você, entende? Eu só estava... Defendendo; me defendendo, e a minha criação também. Portanto, só quero que saiba, que mesmo sendo o que foi, eu ainda sou sua amiga. Cativei um monte de amizade aqui, enfatizando minha amiga Sammy, autora de Mirror, que é meu diamante! Ela também me defendeu com unhas e dentes, e eu faria o mesmo por ela. De coração. Espero que você apareça por aqui novamente, ok? Espero que possamos voltar a ser o que nunca deixamos de ser; amigas. 
E um beijo grande gatas e gatas seduzentes! Nos vemos logo, amanha? 
Fernanda! Venha cá venha \õ/ Venha dá abraço \õ/ 
Caah, Lycia(lyly kkkkkkk) e Vi, sem comentários para vocês kkkk u.u sain u.u
Iza, MENGÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! haha
E, para o mundo! Alê, é você mesmo? Vou chorar! Que saudades Ç.Ç Venha enxugar minhas lágrimas! haha Saudades das nossas conversas, eu, você e a Juh. Vocês praticando bulliyng comigo kkkkkkk
Cissy, sua gatãn, amei você sua fofa! Quero você sempre por perto, ok? Sua divaaaaa! Venha brilhar em meu site u.u kkk Venha jogar seu charme de portuguesa por aqui. Sinto sua falta quando noto sua ausência, e pode ter certeza, eu percebo ;)
Dri :::::::::::::::::::::::: Meiga ::::::::::::::::::: Chata ::::::::::::::::::::: Mas eu amo muito! <3
Adriane e minha portuguesa(Cissy), vocês estão encarregadas de me perturbar para postar logo, ok? 


Beijos gatas e gatas seduzentes ;*