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17 de jan. de 2014

A Esquizofrênica - Capítulo 23

Minha mãe.

Selena sentiu os próprios olhos arderem ao olhar para Gale. Um homem amargurado, que ao encontrar sua doçura, azedou. Um homem forte feito aço, mas que com um sopro cai, e com outro levanta. Um homem forte, que ao encontrar seu ponto fraco, a fez sua maior força. E por isso ele não chorou ao olhar para a filha chorando. Ele se manteve forte, mas com o coração fraco. As retinas do maior arderam e seu nariz formigou. Ele fungou. Agora não! Mas era tarde; ele já lacrimejava.
Olhou para a mulher de cabelos acobreados, e a mesma assentiu. E como um movimento automático, ele ergueu o tronco, que mesmo sem ele perceber, tinha cedido e abaixado um pouco; ergueu a cabeça, que mesmo sem ele perceber, estava baixa; limpou os olhos, que mesmo sem ele perceber, estavam chorando; e andou até a filha, calmamente, fungando para não chorar, e deixando o coração desfalecer. Ele não precisava de um coração agora. Ele precisava de Demetria... E Demetria precisava dele.
Com um joelho no gramado e um pé lhe deixando equilibrado, ele tocou no ombro da menina que chorava com as mãos enfeixadas no rosto. Ela não precisou virar o rosto para ver quem era. Ela não precisou parar de chorar. Ela só precisou falar:
Pai.
E ela virou o corpo bruscamente, jogando os braços pelo pescoço do homem ajoelhado e se deixando derramar no pescoço do pai.
Ela queria gritar. Não de medo, mas sim de alívio. Mas ela não gritou.
Gale Fletcher enlaçou-a com seus braços as costas da menina e trouxe-a mais para si. Ele queria sentir, só por um momento, por um segundo que seja, a filha ali, não a esquizofrênica. E ele sentiu, por que Lovato o deixou sentir. Ele pediu em pensamento que ela voltasse, abrisse a porta de seu mundinho para ele. E ela abriu, mas não saiu.
Filha... — suspirou contra os cabelos negros da garota.
Selena, que estava ainda atrás de uma árvore, mas fora de vista, sorriu. Ele estava conseguindo. E merda, como ele queria aquilo para ela!
O bolso do jaleco que ela usava pesou, e ela enfiou a mão para tirar o único papelzinho que lá tinha. O número de telefone da sua irmã. Como ela tinha tanta certeza que era da irmã dela? Simples. Ela não tinha! Mas ao mesmo tempo em que ela queria que fosse, ela não queria.
A enfermeira enfiou a mão no outro bolso do jaleco e tirou de lá seu celular. Apertou-o na mão e fechou os olhos. Merda! E ao mesmo tempo em que abriu suas pálpebras e deixava suas íris verdes respirarem, discou o número no celular e girou os tornozelos, deixando pai e filha lá, se abraçado; enquanto ela esperava a chamada ser atendida.

Demetria abriu os olhos, agora mais calma, e olhou para sua mãe que se materializara ali. Atrás de seu pai. Em frente ao seu rosto. Arregalou os olhos e afrouxou o aperto do abraço que dava em seu pai. Que saudades! Fazia tanto tempo...
Deixou seu pai, ainda ajoelhado, confuso, e deu a volta em seu corpo, indo até sua mãe. E pela primeira vez, ela soube que era mentira, que ela verdadeiramente não estava ali e que ela não voltara para lhe visitar. Mas ela precisava que fosse verdade. Ela precisava!
Sua mãe estendeu a mão para ela, com a bolsa pendendo no outro ombro, com a mesma roupa da última vez que a virá... Mas a garota ainda não pegou.
Gale, que estranhava a situação, perguntou com cautela:
— Quem está ai, filha?
Ele esperava ser Joseph, ou até o gato chamado grama, só não Suze... A sua Suze!
A garota olhou-o por cima do ombro, mas não sorriu, só respondeu:
A mamãe.
E virou o rosto, deixando um Gale embasbacado, tentando ver a sua Suze novamente.
— Demetria. — a voz da mãe falou. — Minha Demetria. — sorriu.
Sim; sua! E morrendo de saudades. Dê um fim a isso!
— Mãe... — choramingou. — Quando a senhora vem me visitar novamente? — penalizada, continuou: — Estão dizendo que sou louca. — sussurrou,  como da última vez, aproximando-se. 
Suze sorriu.
— Não, minha Demetria. — Estendeu mais a mão, se afastando. — Você que está dizendo isso. Você que está pensando isso. Você que está se machucando.  Você que está se maltratando.
Lovato não chorava. Ela precisava disso. Mas ela não queria.
Ela alcançou a mão da mãe, e ao pegar na mão da mesma, nada sentiu, ela se esvaiu, evaporou, como uma bolha de sabão quando estoura. Mas pela última vez falou:
— Você é mais que isso, minha Demetria...
E deixou ambos pasmos. Gale olhando para a filha, e Demetria, olhando para grama.
     Continua...
                                                                                                                                                               

       Sexta-feira! Dia de ''A Esquizofrênica!''! E, se vocês perceberam, eu consegui programar os textos :) Graças a Deus! 
     Enfim. Sobre o capítulo passado, muitas pessoas não entenderam, e ainda ficaram na dúvida. Então, esclarecendo...: ''Sim, o Joseph é uma alucinação da Demi.''. Choquei vocês? Desculpem! Talvez estava bem claro desde o primeiro capítulo, isso era uma verdade, até para Luci; mas as vezes a gente não quer acreditar e nem enxergar a verdade, não é mesmo? Mas relaxem, a estória ainda não acabou! Ainda tem muita coisa para rolar. Um dia a Demi vai ter de descobrir que tudo não se passava da doença dela pregando uma peça nela, não é? Mas antes dela descobrir isso, ela vai se tocar, e já está se tocando, de que não era a doença pregando uma peça nela, era ela mesma. Todos sonham, não é mesmo? Ela queria amar, e assim foi feito. Ela amou. Mas esse foi só seu primeiro amor... Ou não. Talvez esse não seja seu primeiro. Bem, ainda tem a esquizofrênica 2! HAHAHA! Até segunda? Talvez eu seja muito boazinha e poste um esse fim de semana ;) O que acham? Comentem ai me falando se acham uma boa ideia. 
Beijos gatas e gatos seduzentes ;* Amo vocês forte!

Trechos...


     ''Está doendo em mim, essa dor está me dilacerando lentamente enquanto os fleches de lembrança pré-sono passam por minha mente como faíscas para uma bomba preste a explodir. Essa sou eu. Uma bomba preste a explodir e ansiando para o meu momento de explosão. Assim as pessoas poderão ver a bomba que implantaram em mim com suas palavras maldosas.''


    ''Dói lembrar de como era antes e saber que nunca mais vai ser assim. Eu lhe conheço. Eu sei que você é passageiro assim como a alegria. Temporária.''



    ''Por que você voltou? Para me torturar com as lembranças?''



    ''A grande verdade é que as pessoas precisam de mentiras.''



    ''Muitos me dizem que sou uma mocinha e que é feio falar palavrão. Mas ninguém pergunta-me o que verdadeiramente sou e o que eu acho.''



    ''Muitos(lê-se: o mundo) me veem como uma moinha e dizem-me que para mim, é feio falar palavrão. Mas desculpe lhe informar, eu passo longe de ser perfeita e você que me julga e que coloca restrições em como eu tenho que agir, não sabe nem a metade da minha verdadeira personalidade
      Você assustaria-se comigo. E eu finalmente poderia rir na sua cara por ter se enganado comigo. Eu me libertarei, eu finalmente serei feliz longe de quem julgou-me e passou-me limites.''


16 de jan. de 2014

Tão eu.


      Sinto que estou incomodando, como uma pedra no sapato dos outros. Não, não sou engraçada. Não, não tenho coragem. Não, não sou forte. Não, não estou bem. Mas quem se importa? Eles deixam isso bem claro para mim, que não me querem por perto. Que sou fraca para chorar. Que sou muito... Eu.
Esse é meu problema. Ser muito eu. Mas ao mesmo tempo, não ser nada do que eu quero ser. Vivo em conflito, confrontada e intimidada. Cheia de barreiras e sem nenhuma saída. Sento e aprecio minha própria jaula. Meu próprio corpo. Meu próprio eu. Assisto as pessoas me desprezarem, persuadirem-me e virem até mim por interesse. Vejo meu sorriso iludido ao pensar que aquilo pode se tornar uma amizade. Vejo minha própria desgraça.
Cansei de levantar, cansei de cair, cansei de tudo. Vou apenas sentar e apreciar a paisagem de minha própria amargura. Tão azeda que me anestesia. Tão monótona que me enjoa. Tão desprezível que minha garganta cria um nó. Tão eu.

15 de jan. de 2014

A Esquizofrênica - Capítulo 22

Regressando.

Depois que Demetria voltou para seu quarto, encontrou uma Selena pensativa, apertando o celular na mão e sentada no sofá. Céus, ela estava fervendo!
— O que houve? — estranhou, sentando ao lado da mulher.
A enfermeira pareceu acordar de seu transe. Olhou para a menina e seu coração deu um salto. Merda; de novo não. Fazia tempo que ela não se incomodava com o olhar da menina. Lovato percebeu o desconforto da mulher, logo desviou o olhar para o chão, esperando ali encontrar grama, por que naquele momento ela se sentia como uma.
A dona de uma cascata de cobre segurou no queixo da garota e trouxe seu rosto para si. Agora não era hora de deixar a menina se trancar novamente. Seu pai viria.
— Hey baby, pode ir para o jardim. — piscou; e o coração da menina vibrou.
Joseph.
Ela saiu correndo daquele quarto.

Abriu a porta que dava para o pátio do centro de reabilitação e pela primeira vez não sentiu-se incomodada pelos olhares. Ela veria Joseph. Passou correndo pelo lugar, e deixou seus pés descalços baterem palmas no mármore.
Chegando no meio do jardim, ela sorriu ao vê-lo ali; sentado na grama e esperando por ela. Ele abriu um sorriso quando a viu. Ela sorriu e foi até ele.
— Senti sua falta. — ele falou, quando ela ajoelhou-se na frente dele.
— Eu sei. — gabou-se; ele riu. — Senti sua falta.
— Eu sei. — ele gabou-se. E foi a vez dela de rir.
 Deitou-se ao lado do menino e ambos viraram para o mesmo lado.
‘’Beije-me’’ Demetria pedia.
‘’Beije-me’’ Joseph pedia.
  E eles ficaram assim. Deitados. Almejando se beijar. Com os corações quentes.
 Ambos estavam doentes. Ambos estavam amando. E essa era a única doença que eles realmente tinham quando estavam juntos. E era isso que importava para eles. E os mesmos francamente não ligavam para isso. Por que eles estavam doentes. Doentes de amor um pelo outro.

— O que descobriu? — o homem chegou, com seu terno preto alinhado e ajeitando a gravata vermelha.
Eles sentaram no banco de praça que havia no jardim.
— Oi para você também, Gale. — cruzou as pernas, sorrindo cínica.
Ele riu.
— Oi, Selena. Tudo bem? — enfatizou.
— Oh! Que gentileza! — botou a mão no peito, fingindo estar lisonjeada. Flecher soltou um breve riso nasalado. — Eu estou bem, sim. Mas sua filha nem tanto.
Ele parou de rir.
— O que tem a minha filha? — sua voz saiu em um rugido. O que levou a mão da enfermeira para seu ombro.
Ela está regressando.

A menina estava sentada no grama, mexendo com a mesma, enquanto o menino observava-a. Seu olhar não a incomodava. Mas o pensamento que se passava pela mente dele enquanto seus olhos passavam pela pele dela, sim.
— Por que fez isso? — a voz dele saiu. E trouxe os olhos dela para sua face confusa.
Ela não precisou pensar para responder, por que ela fazia para si mesma pergunta toda vez que olhava para própria pele. ‘’Por que eu fiz isso?’’, e essa mesma pergunta, só aumenta a frequência que se faz presente na mente quando você para de se cortar.
Quantas vezes, ela fez essa mesma pergunta quando tinha seu próprio sangue nas mãos? Quantas vezes, ela dizia que ia parar e pensar antes de fazer o que pensava? Quantas vezes, seu coração bateu em sua alma pela mesma ser tão fraca? Toda vez que o mesmo fazia seu trabalho de bombear sangue para seu corpo! Ela sentia-se oscilar. Ela sentia que iria chorar. E tudo isso só piorava quando ela parou e pensou. E isso piorou. Ela fez isso por que foi fraca, e deixou sua dor e angustia lhe arranhar a pele. Por quê? Por que por um milissegundo, ela desistiu da vida e de si mesma. Por quê? Por que enquanto ela fechava os olhos, a imagem daquele maldito papel que lhe foi passado em sua mão dizendo que sua mão morreu passava por sua cabeça. Por quê? Por que tudo isso era passado em sua cara todo santo dia! Por quê? Por que ao mesmo tempo em que ela queria morrer, ela queria viver; e mostrar a si mesma que estava viva, quando os outros e até ela mesma achava que ela estava morta.
Mas ela não ia falar isso. Ela não ia admitir por que era fraca.
— Por que eu sou esquizofrênica. — seus olhos eram os espelhos da sua alma. E ele sabia que ela estava tentando o enganar, e pior, enganar a si mesma.
— Pare de usar isso como justificativa! — irritou-se, jogando o tronco para frente e mantendo seu rosto perto do dela. — Pare de tentar si enganar, Demetria. — rosnou.
Ela o desafiou, aproximando mais os rostos. Centímetros se fazia presente entre os rostos. Poucos centímetros...
— Eu não sou a única aqui que está escondendo as coisas.
Eles não repararam na distancia entre os rostos? Se beijem e parem de brigar!
Ele se ofendeu.
— Ah, quer a verdade? — ele ergueu uma sobrancelha.
Demetria se assustou.
— Por favor. — relutante, ela falou.
— Quando você decidir parar de se enganar, aceitar a verdade e perceber que seu verdadeiro problema não é ‘’sua doença’’ e sim você mesma, me procure, e eu falarei a verdade.
Ele desceu os olhos para os lábios avermelhados da menina, que ela estava mordendo para conter o choro.
— Você é mais que isso, Demetria. Todos nós somos. — levantou-se.
— Joseph. — ela soluçou.
— Eu sei. Dói. Mas saiba — ajoelhou-se novamente, aproximou o rosto do ouvido da menina e sussurrou: — Eu sempre estarei com você, perto de você... — levantou-se, carregando o olhar úmido da garota. — Te amando. — murmurou.
E ele correu dali. Sumindo da visão da menina. E quando isso aconteceu ela gritou:
Joseph! — e chorou.
Ela estava voltando. Mas ele estava indo.

— Quem é Joseph? — Gale perguntou, com os olhos arregalados para a enfermeira que mordia o lábio inferior.
Eles haviam visto tudo, atrás de umas árvores. Desde Demetria desafiando e falando com alguém, até ela chorando e gritando por alguém. Mas quem era esse alguém?
Não havia ninguém ali!
— Eu falei que ela está regressando, Gale.
Continua...
Bom, eu ainda não sei o que vou fazer para postar os textos todo santo dia, mas vai sair, ok? Apenas... Vai. Vou dar um jeito. Mas a nova rotina, vai dar certo, ok? Não sabe sobre a nova rotina? Então clica aqui. E se você olhar no ''Hello.'', ou seja, no menu, eu coloquei a nova rotina lá, passando. :) Então... Deem uma olhadinha.
Nos vemos sexta!
Ah, quem me ajudou com ''Reflexos'', tem uma gadget aqui no lado >> ''Divulgações'', e seu blog tá lá, ok? :) Achei que ficaria mais fofinho assim... Enfim. Agradeço de todo o meu coração, quem me ajudou, ok? Por que isso significou mais que uma ajuda para mim, significou também uma amizade firme. Podem contar comigo para qualquer coisa, ok? Estou aqui :)
E, gente, não me matem, ok? Vocês entenderam ai, né? O final do capítulo... ''Não havia ninguém ali!''. Não me matem! Ainda tem muita coisa pela frente! Fiquem calmas... Apenas, acompanhem :) Ah... Já falei que vai ter A Esquizofrênica 2? Ah! Pois é... 
Beijos gatas e gatos seduzentes ;* Até sexta...

Decisões parte I e II de III. Importante!

     Sei que tá um saco, isso aqui ¬¬' Por que para mim, está. Quis sumir por uns dias, e sumi. Contando com a programação. Eu programei A Esquizofrênica, programei os textos... Mas nada disso saiu. Por que? Eu não sei. Deve ser por que a programação só é programada com o fuso horário do pacífico '-'. Então foda-se tudo isso, por que eu vou dar um jeito. Sempre dou. 
     Vamos para a nova rotina. Que eu NÃO vou deixar programada, por que eu sei que posso postar nesses dias. E como vocês vão ter certeza? Confiem em mim. Eu estou confiando. 
Portanto...:


Segunda, quarta, e sábado, sai um capítulo de ''A Esquizofrênica''.
Domingo, sai uma resenha. Domingo sim, domingo não. Dependendo da frequência que eu vou fazendo as resenhas.

     Começando de agora! Ou seja, hoje ainda, vai ter um capítulo de ''A Esquizofrênica''. Ainda não sei se nesse domingo vai ter resenha. É nesse ou no outro. 
     Tive uma conversa com minha conselheira(kkkk)ontem, e isso me fez muito bem. Me fez criar vergonha na cara e abrir meus olhos. É isso que amigas fazem... KKKK Te dão carão, e depois te empurram para a vida que até então você estava tentando esquecer. Ela quando ler isso, vai saber que é dela que estou falando :) 

É isso então, gatas e gatos seduzentes. 
P.S: CAMILLA LOVATIC TÁ AQUI? AI MEU DEUS, VENHA ME ABRAÇAAAAAAAR GATONA! \õ/ sdds de você, cachorra! Apareça mais por aqui u.u

Beijos gatas seduzentes, e até jajá. Daqui a meia hora eu estou postando novamente...

10 de jan. de 2014

Decisões... Parte I de III. Aviso importante!


Para quem não conseguiu ver o vídeo, ou ficou difícil de ouvir por que o áudio estava péssimo, ou algo assim, eu vou traduzir...

     A primeira parte das minhas decisões, foram sobre os textos... A parte 2, é sobre as estórias, a parte 3, vai ser ser sobre as resenhas, e outras coisas estão por vir... :) Mas só a primeira parte sairá hoje, portanto...: 

     Resumindo: Os textos, bem, os meus textos, eu irei programar para ser postados um em cada dia, até esgotar os textos que tenho arquivados. Eles sairão meio dia, todo dia. Sim, eles sairão meio dia em ponto! Por que eu vou programar aqui. Então...

A partir do dia 13(segunda-feira), aos meio dia(12:00), será publicado 1 texto, todo dia! Desde do dia 13, por diante, sairá 1 texto, ok?

    Outra coisa. Quando esgotar os textos que tenho aqui arquivados, não sairá texto todo dia. Mas sim um dia sim e um dia não. Tudo bem? Mas eu farei o possível para não esgotar; eu ficarei repondo.  Mas o site não ficará sem textos. Sei que podem achar, tipo: ''Ah, foda-se os textos, é só texto! Deve ser besta... Eu quero é a estória!''. Ok, tudo bem; entendo quem pensa assim. Mas dê uma chance, ok? Acho que você pode se identificar, e até, os textos podem lhe ajudar, sei lá, em determinada coisa, dar uma forcinha... As vezes, nem tudo o que a gente precisa, é o que a gente acha que precisa. Sei que um simples texto não vai resolver sua vida, e o texto não é sobre ela, é sobre você. E é você que resolve sua vida.
     
     A parte 2 das decisões, vai sair nesse fim de semana! Ou seja, amanhã, ou depois de amanhã. E um capítulo de A Esquizofrênica logo em seguida. Mais informações, vocês terão nas próximas postagens!
     E isso é tudo por hoje. 

Beijos gatas e gatos seduzentes ;*

7 de jan. de 2014

Pedido e aviso. Leiam, por favor; importante!

     Bom, pessoal. Estou aparecendo aqui, com um propósito simples e claro: Ajuda, e divulgação
     Vocês leram ''Reflexos'', né?! Bem, ela também foi escrita com um propósito simples e claro: divulgação
     Mas, para isso, preciso da ajuda de vocês. Pode parecer muita cara de madeira, a minha; mas estou aqui para isso. Pedir a ajuda de vocês, mas especificamente, blogueiras. É o seguinte:
     Reflexos, foi publicada como one shot, não é?! Ou seja, um só capítulo. E não foi por coincidência. Vou parar de enrolar e ir direto ao assunto. Se vocês, almas bondosas, que tem blog, e estão lendo isso, e estiverem com a alma solidária hoje kkkkk E quiserem me ajudar, é assim: repostar Reflexos em seus respectivos blogs, e no final, fazer uma crítica, indicando o site de origem em que a estória foi criada, o seja, o meu. Uma divulgação, no caso. Me ajudem a fazer esse site crescer, e eu prometo que ajudo o de vocês. Assim: 
     Quem se voluntariar para ajudar a Becca aqui :D; eu, vou divulgar o seu blog por duas semanas inteiras. Como? Eu vou colocar, no início do site, o blog de vocês. Quem clicar, será direcionado direto para o seu blog. Sei que talvez isso não compense,  colocar no blog de vocês, algo que fui eu que escrevi. Mas eu acho que Reflexos ficou bom, né?! E como tem blogs, que as vezes reposta estórias de outras autoras... Enfim. E sem falar, que vocês teriam um crédito a mais comigo ;) 
     Não sei... Eu apenas, espero em vocês. Não me deixem no vácuo, ok? kkkk Mesmo se não poderem fazer, comentem, sei lá. Pensem em Reflexos kkkkk, pensem em mim kkkk Pensem a A Esquizofrênica. kkkkk, pensem em me ajudar! E se ajudar ;)

     Enfim, é isso. Deem mais uma lida em Reflexos e avaliem ela, se ela é boa suficiente para entrar em seus blogs :) 
     Ah! A Pamy, pediu para eu explicar como eu fiz meu blog ficar em um domínio. E eu falei que iria fazer um post falando sobre isso... Então, obrigada por cobrar, Pamy :) Vou fazer um post falando sobre isso, e vai sair ainda nesse fim de semana :) A Esquizofrênica, vai sair ainda hoje ou amanhã. Por que hoje de noite eu vou ter que sair, então... 
     Voltarei a postar meus textos ainda nessa semana, e, na próxima semana, postarei uma rotina de posts! Ou seja, ano novo, vida nova, né?! Vou começar a programar meus posts! ''Ah, Becca, para de enrolar. Você nunca cumpri verdadeiramente seus compromissos para posts em dia. ''
     Mas eu cumpri em Reflexos, não é verdade? u.u Então... Vou explicar melhor no post que vou fazer. Ok? Esse post, o da rotina, só vai sair na próxima semana, porque eu tenho que pensar bem nos dias. Deve estar confuso para vocês, mas eu vou explicar na hora certa :)

     Pensem bem na minha proposta, ok? Estou esperando em vocês! :) E, mesmo se outro post entrar depois desse, apenas comentem, ok? Eu verei :) 
     E, caso vocês resolvam me ajudar, avisem no comentário, informando alguma maneira para que eu entre em contato com você :) Twitter, email, facebook... Tanto faz! Ou, se você for mais desenrolada kkkk Irá apenas no post de Reflexos, copiar e colar, depois de comentar aqui, me avisando, e colocando o link do seu blog, obviamente; e eu começarei a divulgar, logo depois que você publicar no seu blog ;)

Beijos, gatas e gatos seduzentes ;*
Amo cês <3