Image Map

27 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 21

Meus Remédios

Nesse mesmo dia, Selena foi chamada na recepção, e aproveitando que Demetria já satisfeita pela sua extorsão de informações, foi se encontrar com a psicóloga, e ela foi até ao balcão de mármore, e perguntou a recepcionista:
— Algo errado? — por que era isso que estava. Tudo errado. Mas ela só esperava que ninguém soubesse disso.
— Não, não. Tudo bem, Selena. — a voz da recepcionista serviu como um sopro de alivio para a enfermeira. — É que hoje mais cedo, ligaram para você. Alias, houve duas ligações. Uma de uma mulher, e a outra de um homem, chamado Gale Fletcher. Ambos gostariam de falar com você. Gostaria que eu retornasse para eles?
Houve um colapso na mente de Gomez, e por um milissegundo seu coração parou e entrou em erupção.
Pigarreando, ela respondeu:
— Você sabe qual o nome dessa mulher que ligou? — por que ela foi perguntar isso? Ela já sabia a resposta.
— Não, não. Ela não se identificou. Porém, ela deixou o telefone para que você retornasse para ela. E o homem também deixou, e pediu para que ligasse imediatamente para ele. Eu anotei ambos os números; aqui está. — e deslizou um papelzinho amarelo com os números anotados pelo mármore marrom do balcão.
As madeixas acobreadas oscilaram, e seu coração rangeu ao esticar o braço para pegar o papel.
— Obrigada. — mentira. E se retirou dali, com sua culpa e libertação em sua palma da mão.

Demetria estava sentada em uma cadeira, olhando para o relógio de parede atrás da médica enquanto a mesma falava.
— Como está se sentindo? — essa pergunta grudou em sua pele como napalm. A menina se contorceu; essa foi sua resposta.
— O que achou dele? — a mulher ruiva de jaleco alfinetou.
Ela sabia de quem estava falando...
A menina se contorceu novamente. Merda!
— Não acha que deveria falar com ele? — o olhar morto da menina caiu sobre si, e a médica limpou a garganta, mortificada. — Demetria, ele lhe ama. Não acha que deveria ao menos escuta-lo como ele chegou aqui e soube sobre você?
Sutileza, para quê?
— Não quero. — a garota respondeu incomodada.
A médica suspirou.
— Como está indo, Demetria? — encostou as costas da cadeira.
A menina sabia que ela estava tentando outra abordagem, por que ela não estava cooperando, mas isso era entre ela e seu pai, será que não entendem isso?
— Não estou indo. — rolou os olhos.
— E você está fazendo o que, então? — ela sabia, mas queria que a menina falasse. Seu sorriso desafiando a menina a falar incentivou a mesma a expor a verdade a ela mesma.
Estou regressando. — sussurrou para seu próprio coração, com a cabeça olhando para seu peito, vendo seu coração se desfazer em pó e sujar seu sangue com suas cinzas.

— Alô? — uma voz grogue e rouca reverberou no ouvido da enfermeira e fez tremer seu coração.
— Gale? — apertou seu celular em sua mão, subitamente nervosa.
— Selena? — a voz dele pareceu mais alerta.
— Sim. — fechou os olhos fortemente. Merda! O que ele queria com ela?
— Oi. — ela ouviu um chiado. Ele estava se levantando da cama?
— Oi. — ela estranhou. Fala logo, homem!
— Que bom que ligou. — ele sorria, segurando o celular na mão, sentado na beirada de sua cama king size, vestindo uma calça de moletom. Ele tinha acabado de acordar e estava sorrindo, isso não é normal! Não para Gale Fletcher.
— Decidiu aceitar a ajuda? — ela não aguentou; alfinetou, sorrindo desafiadora.
O homem bufou. Essa mulher...
— Dá um tempo, Selena. Eu acabei de acordar. — bocejou.
A mulher riu.
— Tal pai, tal filha. Demetria também acordou tarde hoje.
O homem estancou.
— A clínica não tem horário? Por que pelo que me foi di... — ela o interrompeu, e ele rolou os olhos.
— Tem. Mas eu a deixei dormir por mais tempo hoje. — Gomez mordeu o lábio. ‘’Que ele não pergunte o por que... Que ele não pergunte o por que... Que ele não pergunte o por que...’’ pedia.
— Por quê? — ela fechou os olhos fortemente.
— Por que eu descobri uma coisa, Gale. Mas eu não posso falar pelo celular e nem lhe ajudar pelo mesmo. 
— Estou indo para ai agora mesmo. — e desligou.
Continua...

 O que será que a Selena descobriu? HAHA! Um pouquinho de mistério não faz mal a ninguem, né?! Bom, demorei a postar por que foi uma correria nessa época de natal! Esses últimos dias não parei em casa! Não tive tempo para escrever e muito menos postar. Eu ainda não escrevi '-' Mas como teve muitos comentários no capítulo anterior, capítulo postadinho :) 
Andy, eu também sou team Gelena! kkkkkk Como não amar eles? E... Cara, você é dona de um dos primeiros blogs que eu li *-* Vem cá dá abraço \õ/ haha' 
Ah, sobre se eu irei repostar minhas fics antigas. Sim. Eu já estou começando, mas não é no site '-' É no Fanfi Obssesion. Só pesquisar lá Amor Medroso e vocês vão achar. Mais informações, vão na minha page e lá tem ;) Mas assim... As postagens de lá demoram muuuuuuito (não sou eu que posto lá '-'). Então, se vocês querem mesmo ler minhas fics antigas, para matar a saudade (como eventualmente eu faço kkk); me peçam nos comentários, informando seu email ou entre em contato comigo pelo facebook, ou pela própria page, só mandar uma mensagem lá, que a gente resolve isso e eu mando um arquivo com elas :) Eu tenho todas arquivadas. 
Perguntaram como eu imagino o Gale. Então... Aqui tem fotos de como eu o imagino kkkk Não atirem em mim, please! Vou dar a base.





A Selena fica desse tamanho comparado a ele. Só que o Gale tem o cabelo mais escuro, castanho escuro! E... É isso hahaha! Parando para pensar agora, eu acredito fielmente nisso.
Hoje, agora, de madrugada! Estou postando, e vou escrever '-' Por que nesses dias estou a todas atenções para ''Reflexos''. E fazer isso sair no ano novo '-' Isso se iniciou como um projeto de divulgação, que estou trabalhando nisso. Portanto, quero que as pessoas vejam Reflexos nos outros blogs, e isso atraia mais gente para cá, logo, sendo abraçado calorosamente com A Esquizofrênica :) Mas isso é outro papo, e para outro dia :) haha 
Falando em A Esquizofrênica, eu fiz uma ''capa'' para ela '-'. Foi mais uma montagem de fotos que eu fiz por que estava com tédio. Mas ficou legal. Deem um olhada:
O que acharam? Eu achei que poderia ser melhor kkk Fiz nas pressas. Mas ainda vou trabalhar melhor nessa base. Estou com grandes planos! 
Bom. Ganhei um selinho da minha portuguesa Cissy Azevedo \õ/


1ª pergunta: Porque criou o blog?
Comecei a ler muita fic jemi, e na época, tinha muito tempo livre(na eeeeeeeeepoca ¬¬ por que agora! '-'). Sempre pensava no que faltava e no que não estava bom na estória, enquanto lia. Então sonhava em como seria a estória perfeita; sem faltar nem pôr. Certo dia pensei: ''Por que não?'' E foi dai que tudo começou :)
2ª: Porque deu esse nome ao blog?
''Apenas Uma Garota Melancólica''. Quem já leu Amor Medroso, uma antiga fic minha, sabe... KKKKKK A fic se tratava de uma menina que tinha um blog famoso, e o blog dela se chamava ''Apenas Uma Garota Melancólica.'' e blábláblá. Surgiu a partir dai :) A estória é longa kkkkkkkkk Então, vou para por ai. Por que está de madrugada e eu estou morta de sono, e ainda vou ter que escrever! Então...
3ª: Com que idade criou?
12 anos, acho '-' Gente, como o tempo passou! Eu já tenho 14! 
4ª: Qual foi a fic que mais gostou de escrever?
Todas. Mas especialmente A Esquizofrênica kkkk 
5ª: Se pudesse faria uma fic "Lesbian For Demi"?
No way! Não mesmo! De maneira nenhuma!

     Estou com muuuuuuuuita preguiça de repassar. Então... Quem quiser, sinta-se a vontade para pegar :) 
    Acho que não tenho mais coisas pendentes, ou tenho?
    Ah! Tenho sim! Umas leitoras minhas, fizeram um desenho da Luci(Demi) e da Kloe(Selena). E saiu exatamente como eu imaginava! Uma delas, é a Lycia, uma leitora minha(e melhor amiga ¬¬ kkkk), e a Eduarda :) AMOOOOO! Enfim. A Lycia ligava para mim, ou vice-versa, e eu a dizia como eu imaginava. E saiu igual! Eu apenas me apaixonei! Isso significa muito para mim. Elas arrasam! Olhem:



     Realmente, eu não acho que mereça todo esse carinho. Vocês são tão especiais para mim, gente! Vou parar por aqui se não vou chorar :') 
     Amo vocês, minhas eternas gatas seduzentes 

     

22 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 20


Mais que isso.

— Demetria, acorde. — Selena a acordou, soltando as amarras e balançando a menina. — Acorde, querida.
A menina abriu os olhos, grogue, seu corpo doía, sua mente girava e seus ossos pareciam pó dentro de seu corpo, fazendo seu coração tossir.
Ela se sentou na cama, cansada, com os olhos fechados e passando as mãos pelos antebraços desamarrados. Tudo doía.
— Dói? — a enfermeira perguntou, se referindo as amarras.
A menina estranhou; ninguém antes nunca se preocupara com isso.
— Tudo dói. — elevou o rosto, e viu a expressão sofredora de Gomez, franzindo os lábios para dentro da boca.
— Você dormiu muito hoje, mas que o habitual, já está de tarde. — ela queria mesmo que aquilo se passasse como uma justificativa?
Algo estava muito errado por ali.
Ela estava escondendo algo.
— Vá escovar os dentes e tomar um banho. Vou pegar seu almoço. — e saiu.
Definitivamente, ela estava escondendo algo.

Depois que Demetria saiu do banheiro, vestida com uma regata e um short, Selena estava sentada no sofá, e quando viu a menina, levantou-se rapidamente e foi verificar o corpo da mesma.
— Seu almoço está na cama, quando terminar você tem que ir ver a doutora Jennifer. — ela ia sair, mas Lovato segurou-a pelo pulso.
— Você está escondendo algo de mim, Selena. — isso não foi uma pergunta.
Gomez gemeu em frustração por ser tão transparente.
— Coma, baby. — ela ia sair novamente, mas a menina apertou a mão que enrolava seu pulso.
— Pare de mudar de assunto. Conte-me! — apertou mais ainda.
A enfermeira chocou-se, olhou para seu pulso amarrado na mão da garota e olhou para a mesma. Ela estava apertando muito.
— Demetria, você está me machucando. — arregalou os olhos para a menina, chocada.
Ela está regredindo...
Não!
— Conte-me. — rugiu, forçando mais o aperto.
Merda!
—Você está me machucando, Demetria! — elevou a voz, e como se acordando a menina do transe, Lovato soltou, se encolhendo e dando passos para trás, até bater com as costas na parede e deslizar até o chão.
De repente, como uma garotinha incapaz de machucar uma mosca.
— Merda. Foi sem querer, querida. — esbravejou, deslizando de joelhos em frente a menina. — Eu sei que foi.
A menina se contraiu, com medo do contato físico com a enfermeira.
— Desculpe. — ela sussurrou.
Foi a vez de Selena se contorcer. Não era para a menor sentir-se culpada, ela não fez por mal.
A menina se contorceu novamente pela culpa. A mesma a corroía!
— Desculpe. — repetiu, com a voz falha e cobrindo o rosto com as mãos.
— Desculpe. — sua voz saiu abafada entre os dedos.
— Tudo bem. Eu estou bem, querida, eu estou bem. — a menina não se deixava ser tocada. — Eu sei que você não fez por mal, ok? Não se sinta culpada. — rogou. — Não foi você, eu sei. Foi a doença, baby. Não se sinta culpada.
Os olhos da menina varreram a alma da mulher, derramando larva quente por onde passava.
— Mas a doença é minha! — gritou.
— Shiu! Não grite, vão lhe ouvir. — a mulher interviu, e a menina se calou.
Por mais que Lovato esteja com raiva, ela não queria ser amarrada e colocada para dormir novamente. Seu corpo ainda doía e sua cabeça ainda dilatava... Ou era seu coração?
 Depois de minutos sentadas no chão, uma em frente à outra, sem nada para falar, apenas olhando uma nos olhos da outra, Demetria pendeu a cabeça para o lado e perguntou:
Por que está aqui?
A enfermeira congelou.
De novo não... A mesma pergunta de antes. Mas agora não tinha como ela escapar. Alias, tinha. Mas ou era ela a escapar, ou Lovato. E ela não deixaria a menina ir.
Respirando fundo, ela respondeu:
Por que eu me achei.
— Como assim?
— Quando meus pais morreram, eu e minha irmã brigávamos muito, ela tentava colocar a culpa toda em mim pela morte dos nossos pais, mas eu sabia que era só para tentar aliviar a dela. Todos nós sentimos culpa por alguma coisa, querida. E muitas vezes, por tudo que acontece; mas não é nossa culpa. Nós só queremos ter algo para se apoiar enquanto caímos. — sorriu compreensiva para a menina. Respirou fundo e continuou: — Então teve um dia que eu não aguentei. Sai de casa e aceitei um trabalho de enfermeira aqui. Aqui também é meu centro de reabilitação, Demetria. — riu brevemente.
— E por que ainda está aqui? — encolheu os olhos.
— Eu já falei. Por que eu me encontrei. Eu me achei em você, baby. — piscou para a menina.
— Se encontrou em uma menina esquizofrênica? — ironizou.
— Também; mas você não é só isso. Eu me encontrei na garota maravilhosa que você é, na garota que me cativou com seus problemas, na garota que não precisa sorrir ou chorar para saber o que está sentindo. Eu me encontrei em mim. — e finalmente ela conseguiu tocar no rosto da menina sem a mesma se contrair. Ela conseguiu.
— Então essa é você, Selena Gomez? — fingiu desafiar a mulher, e a mesma riu, e soube que Demetria também ria ou sorria, mesmo sem expressão. — Você sou eu?
E você é mais que isso. — sorriu. Se levantando e saindo.
Continua...
Esse post está saindo hoje por que uma menina muito chata e que eu amo muito chamada Lycia, veio mendigar post para mim kkk
E agora eu penso, e sei; que as vezes a gente só está precisando de um empurrãozinho. Como esse :) Valeu Lycia.
Ah. Por que estou parada esses dias? Na verdade, eu não estou parada e nunca fico. Estou trabalhando em um projeto, que na verdade é uma minific, chamada ''Reflexos'' (trilha sonora é a música Mirror do Justin Timbarlake), e meu prazo é até o ano novo :) Estou preparando o meu presentinho de natal para vocês! E já vou avisando... Aqui é Rebecca Gomes, a autora de ''A Esquizofrênica'', dona do site Apenas Uma Garota Melancólica. Vou lhes presentear com o mais puro drama, minhas gatas! HAHA. Aqui vai uma palhinha ;) É um flashback aleatório que tem no meio da minific que não é nada mini! É grande! Mas ela recebe esse nome por eu postar ela em um único post! 
Quem não viu, aqui vai:

‘’ ¾ Papai! ¾ ela gritou, ao notar a enfermeira chegando com uma agulha.
O pai sorriu. Eddie era um homem lindo. Ele foi à primeira paixão de Demetria.
¾ Papai está aqui, florzinha. ¾ ele apertou a mão da menina, reconfortando-a. A menina mordeu o lábio superior e o trouxe para dentro da boca. O homem riu; ela sempre fazia isso; era uma maneira de se controlar.
¾ Não vai doer, florzinha. ¾ a enfermeira chamou-a pelo apelido, em uma forma irritantemente doce.
Demi fechou a cara em direção à mulher e rugiu:
¾ Cale a boca! ¾ Eddie gargalhou gostosamente. A mulher ficou estática. Uma mini ferinha!
¾ Uma mocinha não devia falar assim. ¾ a moça falou, colocando um elástico no braço estirado da menina.
¾ Vá se foder! ¾ o homem engoliu em seco e arregalou os olhos, tapando a boca da menina, que o olhou com os olhos risonhos. Ele puxou o lábio superior para dentro da boca, uma técnica que a menina percebeu que servia para se controlar. Era reconfortante, fazer a mesma coisa, por que as manias que ela pegou dele, o lembra.
A enfermeira enfiou suavemente a agulha em sua veia, fazendo a mesma sugar seu sangue. Demi não desgrudou os olhos do pai, e nem ele dos dela. A menininha de 10 anos de idade encheu os olhos de água, prendendo o lábio assim como as lágrimas; e assim como seu pai.
Quando a agulha saiu de sua pele; ela soltou o lábio, mas não soltou a mão de seu pai; deixou-o limpar suas lágrimas.
Observou a enfermeira tirar um pouco de sangue dele, assim como fez com ela.
Demetria não soltou a mão dele.
Quando chegou a casa, dormiu na cama de seu pai, agarrada ao homem; enquanto sua mãe se agarrava com outro, fora de casa.
Eddie não dormiu naquele dia, observou a menina; calma, agarrada ao seu braço forte e com as pernas enlaçadas as seu tronco.
Ele sorriu.
Ele sabia que ela era sua. E ao menos tempo que ela não era.
No dia seguinte, com o resultado dos exames em mãos, Eddie o abriu.
Eddie chorou. Quebrou tudo dentro de casa, irado de raiva; enquanto Demetria chorava escorada á porta do seu quarto.
Ela tinha só 10 anos, mas sabia o significado de exame de DNA.
E ela sabia o significado da ação do seu pai. Seu Eddie.
Demi não soluçava; o som dos objetos quebrando na sala eram seus soluços. Seu e do seu pai.
Ouviu sua mãe chegar.
Ouviu sua mãe gritar.
Ouviu sua mãe chorar.
Ouviu seu pai sair de casa e nunca mais voltar. ’’

Enquanto escrevo, eu choro, meu coração arde. É perfeitamente dramático  Belamente trágico. E terrivelmente perfeito.
No dia 31 desse ano, estará programado esse post para ser publicado, meio dia! Será um presente de ano novo, que o fará virar o ano com uma nova perceptiva de vida. Superação; é isso que essa estória trás  E lhe fará ver, que as maiores bençãos da vida, vem depois da tormenta. Por isso, sei esse ano foi muito abençoado para mim, e sei que o próximo ano também. E o próximo, e o próximo, e o próximo, e o próximo...
Beijos gatas e gatos seduzentes ;*

Ah, estou preparando projetos para divulgação, e isso está completando os meus dias.



17 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 19

Discussão.

— O que quer? —Gale foi direto ao ponto, quando a mulher parou.
Eles estavam no jardim, que agora estava relativamente escuro, por já estar tarde. A mulher se virou, chicoteando os cabelos no vento.
— Quero que você tenha paciência. — apontou o dedo para ele, aproximando-se. Ela estava possessa. — Ela estava progredindo, e só foi você chegar que novamente ela se trancou como uma menininha com medo.
Ele franziu os lábios, ao observar com mais calma aquela replica de mulher. Tão pequena; tão bela... Tão furiosa!
Jesus! Ele é o pai de Demetria.
E logo ele rugiu:
— Jesus, mulher! Eu sou o pai dela! — esbravejou, jogando os braços para o ar.
E ela respirou fundo, uma lufada de ar que comprimiu seu pulmão. Ela sabia que ele é o pai dela, mas não sabia como ele era. Ela está com tanto raiva que não se controlou ao revirar os olhos e bufar.
— Idiota! — cruzou os braços embaixo dos seios.
Ele deu um passo à frente; e ela lutou em continuar imóvel.
— O que você disse?
— Idiota! — repetiu. — Acha que só por que é pai, acha que justifica tudo.
— Ma... — ela o interrompeu.
— Cale a boca, homem! — marcou o maxilar, segurando-o pelos braços como se quisesse balança-lo. — Me ouça.
— Então fale. — livrou-se dos braços dela, dando um passo para trás.
— Tenha paciência com sua filha. — abaixou a cabeça, respirando fundo, e depois levantou. — Eu quero lhe ajudar, você não vê? Pare de agir como um adolescente e comece a entender as coisas como um adulto, e agir como um. — ela lhe deu as costas, ela estava com raiva, mas ela não podia culpa-lo, então ela foi se sentar em um banco de praça que ela viu mais adiante.
Gale a seguiu.
— Você tem razão. — depois de minutos em silêncio, ele falou.
— O que?
— Você tem razão.
Ela sorriu timidamente.
— Eu sei. — assentiu. — Agora sente ao meu lado e vamos conversar como gente civilizada.
Foi a vez dele de sorrir.
 — Meu nome é Selena Gomez, enfermeira da sua filha. — sorriu, estendendo a mão para ele apertar.
— Meu nome é Gale Flecher, pai de Demetria. É um prazer em conhecê-la. — sorriu, e apertou a mão dela ao sentar no lado da mesma, depositando um beijo nas costas da mão dela.
— É um prazer em conhecê-lo também. — riu. — Porém, será mais ainda quando você deixar Demetria quieta.
Gale chocou-se.
— Na... — Gomez o interrompeu.
— É só por um tempo, Gale. Até ela se acostumar com a ideia. Por favor, confie em mim. Eu sei que você é o pai dela e tem direito, e eu não estou lhe privando deles. Mas assim como você a quer ver, você não a quer lhe fazer mal, não é mesmo? — apressou-se ao falar, antes dele sair dali, acusando-a de louca.
— Nada feito! — ele fechou-se.
— Ma... — ele a interrompeu.
— Agora é minha vez de lhe interromper. — bufou. — Você não sabe nada da minha vida, e muito menos o que eu estou fazendo aqui e como vim chegar até aqui. Então cale-se e me escute. Ela é minha filha! Eu quero cuidar dela, tudo bem? Entenda isso.
Por que ele ainda estava discutindo com ela? Ele poderia facilmente informar aos diretores do hospital que ela o estava incomodando e privando de ver sua filha e ela era demitida; sairia do seu caminho. Simples assim! Ele costuma ser prático e decisivo em suas decisões. Mas algo dentro dele o dizia para deixa-la ficar e brigar com ele. Algo dizia para ele não afasta-la dele.
Mas ele era muito birrento, então ele não desistiu de implicar com a mulher.
— Sabe? Quando você decidir querer ajuda, me procure, seu estúpido! — e ela se levantou. — E quando cansar de tentar dar voltas e voltas ao redor do muro que Demetria criou ao redor dela, me avise. Mas saiba que não será só você que estará se cansando; ela também! — gritou a última parte para ele a ouvir, pois ela já estava longe.
Gale enterrou a cabeça entre as mãos e apoiou os cotovelos nos joelhos.
Depois de passar longos minutos naquela situação, naquele local, e com as palavras daquela bela miniatura de fera gritando na cabeça dele, ele começou a entender que ele não estava lhe dando com negociante ou com uma adolescente normal com TPM.
Ele estava lhe dando com Demetria Lovato, a esquizofrênica; a sua filha.

Ele estava ficando louco! E ele estava começando a entender.
Continua...
       Como prometido, estou de volta \õ/ E a maratona tambéééééém! 
     Bem, vou começar a escrever agorinha, o máximo que dá! Quanto mais eu vou escrevendo, mais capítulos para postar. E quanto mais comentário, mais eu escrevo. Sou movida a comentários, ok?!

Divulgações:

        Divulgações feitas :D 
        Andy Lovato, hum... Selena e Gale juntos... Será? :3 HAHAHA' 
        Vamos ver no que vai dar, o Gale ainda tá começando a parecer, e as coisas ainda estão começando a acontecer. ;)
        Beijos gatas e gatos seduzentes ;*

16 de dez. de 2013

A Esquizofrênica - Capítulo 18.

Meu cadeado.

— Para que são? — perguntou ele, se referindo as amarras que segurava com força.
Ela entrou no quarto e fechou a porta atrás de si.
— São para me amarrar. — deu de ombros, falando casualmente.
Gale sentiu sua garganta apertar, como se as amarras que amarravam sua filha estivessem enroladas em sua garganta.
‘’Amarram minha filha... ’’ As cordas apertaram.
— Céus, você fala como se... Como se... — mas ele estava tão chocado, que não conseguiu terminar de falar.
O jeito como ela falou, — tão casualmente; competia com o que foi dito na frase, para chocar-lhe mais.
Ele não soltava as amarras.
— Mas é verdade, você queria que eu falasse como? — ela não se mexeu.
O homem, engoliu em seco enquanto olhava para a filha agindo do mesmo jeito em relação a ele. Gale não queria ser uma obrigação.
— Eu não sei. Talvez um pouco mais afetado. — sugeriu.
— Mas isso não me afeta mais. — deu de ombros, desviando o olhar do homem. — Já faz 16 anos — argumentou. — Isso não me comove mais. Estou acostumada a admitir que eu seja considerada um perigo, e por isso essas merdas de cordas me agarram todo santo dia.
— Mas você não devia se acostumar a isso. — chocou-se.
— Mas essa é minha vida; eu fui obrigada a me acostumar a ela.
— Mas isso é tolice, Demetria. — arregalou os olhos, apertando mais as cordas em sua mão, na medida em que as mesmas apertavam sua garganta. Ele estava com raiva. Muita raiva. Estavam fazendo isso com sua filha!
Mas era sua filha que fazia isso com ela mesma... E ele sabia disso, mas escolheu se enganar assim como a mesma.
                                              
— Eu sei, pai. — ela gritou, segurando o desabamento que estava preste a sucumbir. — Mas eu tenho que pensar assim, por que eu aprendi da pior maneira que só dói mais quando você insiste no assunto, por que assim você acaba descobrindo que a culpa é sua, e que você mesma que está se machucando tanto. E que o quanto mais você tenta se mexer, mais dói. — o rosto dela estava vermelho, mas ela não chorava. As veias de seu pescoço saltavam enquanto ela falava e as palmas de suas mãos se abriram como rendição para o choro que finalmente a dominou. Gale ainda pôde perceber que seus antebraços estavam marcados pelas cordas, prova do que sua filha acabou de falar.
Mas ela não chorou. Foi mais para um soluço que inflou seu pescoço. Ela estava travada, e mesmo assim andou para sentar no sofá.  
— Desculpe. — finalmente ele largou as amarras. — Eu nunca mais vou deixa-los lhe amarrar novamente. 
Crec. O cadeado do mundinho particular de Demetria se fechou, e Gale ficou de fora. 
Ela espalmou as mãos na beirada do sofá e sua respiração voltou a se normalizar. 
— Ouviu? — o homem perguntou, sentando-se ao lado da menina. — Eu nunca mais vou deixa-los lhe amarrar.
Ele queria o que?! Um agradecimento?
— Demetria. — acariciou os cabelos macios da menina. 
Lovato ouvia o que o homem ao seu lado falava, mais era bem vagamente, parecia distante. Era assim que Gale estava. Distante de Lovato.
A menina se contraiu ao toque do homem. 
— Ei, eu não vou lhe machucar. Não tenha medo de mim. — ele tentou avançar, mas a menina que se levantou, mas logo ele mesmo interveio. 
''Dê espaço à Demetria. Ela precisa de espaço; mas não a deixe ir muito longe, ela pode se trancar no mundinho dela e nunca mais o deixar entrar.'' 
Gale quase podia ouvir a voz de Jennifer, a psiquiatra de sua filha, lhe avisar. Então, como um solavanco, ele grudou-se no sofá e observou intrigado a menina se ajoelhar no chão, de costas para ele.
— Você voltou, grama! — exclamou.
O maior franziu o cenho, e inclinou-se para o lado, tentando ver oque estava prendendo a atenção de sua filha e fazendo-a se animar. Mas não tinha nada ali. Absolutamente nada. Então ele começou a se levantar.
— Do qu... — a enfermeira entrou, e ele não terminou a frase.
— Demetria? — Selena estranhou ao ver a menina sorrir para o nada, e estar ajoelhada no chão.
A enfermeira deixou a bandeja com os remédios da garota em cima da cama, e voltou para a menina entusiasmada, ignorando completamente o homem embasbacado no meio do quarto.
— O grama voltou, Selena! — virou o rosto animado para a maior, e a mesma suspirou de olhos fechados.
Oh não.
Gomez olhou furiosamente para o homem perto do sofá, e caiu e joelhos ao lado de Demetria, colocando seu sorriso mais convincente, e falando:
— Que maravilha! — e ela voltou o olhar feroz para o homem, como uma leoa que defende a cria.
‘’Você fez besteira.’’ O olhar castanho da mulher parecia sussurrar isso no ouvido do pai da esquizofrênica.
— Venha tomar seus remédios, querida. — ela tentou segurar na mão da menina, mas a mesma puxou o braço de volta.
— Ele vai embora, Selena. Ele vai embora! — sua voz subiu quatro oitavos. Ela parecia bem chateada.
O homem caiu sentado no sofá.
— Não, ele não vai, baby. — ela tentou tocar no rosto da menina, mas a mesma começou a gritar.
— Sim, ele vai! É o que todas as pessoas fazem! Vão embora! — oito oitavos. E bum! Dois paramédicos entraram pela porta, e a enfermeira se levantou, com os olhos arregalados.
Oh merda!
O homem sentado também se levantou, como um touro soltando fumaças pelas ventas, em peitando os paramédicos, ele rugiu:
— O que vocês pensam que vão fazer com a minha filha? — seu peito inflou, e Gomez sentiu-se murchar.
— Seguimos ordem, senhor. Nos dê licença, não queremos assustar mais sua filha do que ela já esta assustada. — a voz do paramédico moreno que falou era grossa, porém, educada e carregada de pêsames.
Pêsames. Isso fez Gale pensar. Ele não gostava que sintam pena dele!
— Olhe aq... — Selena o interrompeu.
‘’O que deu nessa mulher?’’ mentalmente ele questionou. Sempre quando ele vai falar, ela o interrompe!
— Apenas... Façam o que vocês tem que fazer. — murmurou, e eles pegaram a menina gritando nos braços e a colocaram na cama, amarrando-a devidamente.
Quando a porta foi fechada, Gale virou-se ferozmente para a enfermeira, mas a mesma simplesmente deu as costas e se dirigiu a menina ofegante.
— Ele foi embora. Você viu, Selena? Não viu?
A enfermeira suspirou, passando a mão sobre o rosto da garota, tirando assim os fios que nele estavam pregados.
— Se calme, baby. —soprou, alisando a testa suada da garota deitada, tentando se soltar das amarras. — Calma.
Gale, que até então estava quieto, com os olhos encharcados mandou:
— Solte-a.
Gomez, com o olhar cheio de pêsames, olhou-o.
Ele estava cheio de pêsames!
— Ela está muito agitada, ainda. — tomando os remédios nas mãos, ela colocou os comprimidos na boca de Demetria e deu água a mesma. — Tenha calma; os dois. — e com um leve sorriso, ela se despediu da garota e se dirigiu ao grande homem de olhos encharcados. Colocando-se de ponta de pé, ela sussurrou em seu ouvido:
— Siga-me. — e saiu pela porta.
O homem ficou parado, olhando para a filha impassível. Limpou os olhos que teimavam em lacrimejar e seguiu a enfermeira.
Continua...
     Obrigada a todas as pessoas que comentaram! E como esperado, mais um capítulo \õ/  mãos para o alto novinha, mãos para o alto novinha 
        Esse infelizmente será o ultimo de hoje, MAS, amanhã lá pros meio dia eu posto o 19! E o 20... E por ai vai, dependendo de vocês. 
            Portanto, boa noite, fiquem com Deus. Amo vocês <3 
            Ah, e quem tiver blog, e se interessar em uma troca de divulgações, comenta ai abaixo ;) Eu te divulgo no próximo post, e você faz o mesmo, ok? 
            Beijos gatas e gatos seduzentes ;* Até amanha!


A Esquizofrênica - Capítulo 17

Minha visita.

Depois da revelação que seu pai estava na sala do doutor Kondor, Demetria nada mais falou. Deitou-se na cama e dormiu. Não viu o pôr do sol e não comeu.
Dormiu, na expectativa de que as pancadas de hoje não ficassem roxas amanhã.
Jennifer, a psiquiatra da garota, dedicou todo o seu dia em tentar reintegrar o pai à vida da filha e coloca-lo a par de toda a trajetória da vida e doença de Lovato. O que não foi muito difícil, já que nunca teve uma movimentação muito grande na vida da garota, e o homem era todos ouvidos.
Não. A parte difícil não seria essa. Séria um eufemismo grave dizer que a parte difícil seria Demetria. Seria mais que difícil. Muito mais.
Será como nadar contra a maré. Enquanto Gale tenta nadar em direção à filha, a doença acabaria com ele, assim como acabou a garota. Mas ele não iria desistir assim tão fácil. Ele é um homem de negócios, e é muito bom no que faz. Ele é persistente e insinuador. Ele é rico e muito influenciável; invejável! Ele é Gale Fletcher. Um homem tentadoramente misterioso e terrivelmente bonito. Teimoso e irritante. Um verdadeiro mestre em convencer.
O problema é que ele é solitário e extremamente normal.
E quem quer se aproximar de uma pessoa normal? Que não tem nada a oferecer a não ser status e dinheiro? Muita gente! E posso dizer com veemência: muitos solitários. Muitas pessoas que de tão normais, se tornaram... Nada!
E nós não nos prendemos a nada. Queremos uma qualidade, uma bagunça e muitos defeitos! Só queremos algo a que nos prender. Queremos ser enlaçados e precisamos disso! Demetria precisa disso!
Mas disso Gale não sabe.
Ele não sabe que Demetria não é negociável.

Depois de abrir a boca, jogar os comprimidos lá dentro e beber água, ela perguntou:
¾ O que quer saber?
Selena mordeu o lábio inferior e trocou o peso do corpo para outra perna.
¾ Sobre seu pai.
Lovato deixou tombar-se no sofá.
¾ Não tem muito o que falar. ¾ deu de ombros.
¾ É sério, Demetria. ¾ a enfermeira sentou-se no sofá e colocou as pernas da menina em seu colo. ¾ Faça uma forcinha, deve ter algo o que falar. ¾ incentivou.
A menina pensou.
¾ Mas é serio; não tem muito que falar. Ele é tão... Normal. ¾ a menina olhou para a face da enfermeira, fazendo uma careta de nojo ao pronunciar a ultima palavra.
A enfermeira a imitou.
¾ Mas deve ser só por que você não o conhece direito.
Oh, sim.
¾ Como eu poderia, se ele não quis me conhecer? ¾ a menina sentou-se, de repente, na defensiva.
¾ E você, queria? ¾ a enfermeira levantou uma sobrancelha. ¾ Você queria que antes ele tivesse vindo e lhe conhecesse?
Mas a menina não respondeu. Franziu a testa e abriu a boca, frustrada. O relógio apitou.
¾ Hora de ir para o jardim. ¾ e foi isso que saiu de sua boca aberta.
Depois de colocar uma regata preta e um short cinza, a garota foi para o jardim e sentou-se em um banco de praça que lá tem.
‘’Joseph, cadê você?’’ pensou ela, balançando as pernas e procurando-o com o olhar.
Mas ela não achou Joseph, ela não achou ninguém. E ela assustou-se.
Deus! Ela estava se sentindo solitária.
Mas não foi por isso que ela se assustou; e sim, por que pela primeira vez em muitos anos ela se sentiu só.
Só! Completamente .
¾ Não precisa chorar. ¾ ela não precisou virar o rosto para ver quem estava lá. Joseph. Ela chorava?
¾ Precisa, sim. ¾ soluçou.
E depois de minutos, o menino acariciou-a com sua voz:
¾ Quer conversar?
Não! Ela queria lhe beijar!
¾ Não. Eu quero chorar. ¾ e ela continuou, com a cabeça entre as pernas e jorrando toda sua dor.
Ele sorriu, olhando para ela chorando. E quando ela levantou o rosto ainda lacrimejante, seu sorriso se alargou. Ela estava linda com o rosto vermelho.
¾ Pare de sorrir. ¾ zangou-se. ¾ Eu estou chorando, você não vê?
Ele riu.
¾ Vejo. ¾ confirmou. ¾ Mas também vejo uma menina linda. ¾ com as pontas dos dedos, ele acariciou os cabelos dela superficialmente.
Ela sorriu e passou as ataduras por seu rosto, limpando o rastro de suas lágrimas.
¾ Vá embora, Joseph. Eu quero continuar a chorar. ¾ ela soluçou, voltando a lembrar de seu pai. Mas ela não queria que ele fosse embora.
¾ Tudo bem. ¾ ele sorriu.
E foi embora.
Idiota.
Mas ela não voltou a chorar.
Selena apareceu, procurando a menina e finalmente achando-a.
¾ Você tem visitas. ¾ anunciou, sentando-se no lado da menina.
Mas diferente do esperado, Lovato não correu, não gritou e não chorou. Ela se levantou e andou ate o quarto; deixando Selena lá, sentada, já sabendo quem a menina iria encontrar.
E ela admirou a coragem da garota de mesmo sabendo quem ela iria enfrentar, mesmo sabendo que ela não iria ganhar, ela foi. Diferente de Gomez, que se soubesse que a irmã tivesse vindo visita-la, ela não compareceria.
E assim que a garota abriu a porta do quarto, lá estava o homem impotente, ainda de terno, e segurando as amarras da cama com curiosidade.
Ela congelou.
Continua...
     Se vocês não adivinharam, ou ficaram na dúvida. Sim. Eu vou fazer uma maratona :) Isso é para me redimir. Espero que gostem e aproveitem.
     Vou postar a medida que eu vou escrevendo. Se eu conseguir escrever muito, eu posto mais capítulos. Mas só vou postar o próximo capítulo, quando o atual conseguir adquirir ao menos 3 comentários. Logo, depende de vocês a frequência que eu vou postando os capítulos. Se eu ver que tem muitas pessoas online e gostando, ligadinhas e ansiosas para o que eu posto, isso vai amolecer meu coração e eu vou ficar muito boazinha e fazer oque eu posso para alongar a maratona :) 
       Portanto, beijos gatas e gatos seduzentes ;*
     3 comentários no mínimo, hein?! :D HAHA' Sei que eu não tô merecendo, mas tô me esforçando POR VOCÊS!


(sintam como se esse gatinho sou eu, e o ursinho de pelúcia é você <3)